Saturasom – estréia mundial!

Abril 13, 2009 por nenenetz

Ei pessoal, boas novas!

Eu, Gabriel Garbulho, resolvi que, além de escrever estes descabelamentos da minha poética pessoal, vou realizar um sonho antigo: escrever sobre música. Resolvi então valorizar um recorte que me é de muita propriedade, e cujo universo eu trafego em todas as áreas em que atuo, a saturação popular.

A lógica do acúmulo que constrói impérios nada usuais porém geniais também acaba por minar a obra de artistas brilhantes com uma superexposição desordenada e pouco criativa e/ou frutífera. São milhares de execuções da mesma música nas rádios, a baixa valorização da obra como um todo, as péssimas reedições em coletaneas, os tantos desnecessarios discos ao vivo e acústicos com as mesmas músicas em versões pouco inspiradas.

Precisamos lembrar que por baixo de toda essa lama, existe uma única vítima: o artista. Maravilhosos criadores não são celebrados hoje por causa de toda essa descamação. Eu vim para dessaturar.

 Não deixarei, por causa disso de escrever no meu velho e bom e abandonado blog, porque ainda não estou com paz de espírito o bastante para parar de me descabelar. Mas sem poesia, não vai rolar. Quem quiser que güente o lamento!

Blog novo: http://saturasom.blogspot.com/

Blog véio: é esse aqui, gatão e bunitão! E quem mandar um comentário bem legal e não fôr meu sócio, ganha um jantar comigo, sério mesmo!

Leiam-me!!! Beijos e abraços!

Me rama

Março 27, 2009 por nenenetz

Post escrito depois do carnaval e esquecido, enfim, para constar! Mas não é nada novo…

Me rama, me arma, me ama! Quero te festejar, mas antes me exorcisa, pois nem toda festa é pagã. Morde minha maçã, invade minha casa. Me passa, me corre, voa com a minha asa.

Te vejo na luz amarela da lua singela tão cheia que parece dezembro. Seu olho me sobrevoa, me traz um gosto que eu lembro. É gostar, mas porque, é um mistério que se desenrola na dança da hora, de vestido branco, e a lua cremosa é o seu manto de me enfeitiçar.

 Te ramo, te armo, acho que te amo. E não tenho hora pra morrer, por isso sonho.

Coisas da Vida

Março 10, 2009 por nenenetz

Uma palavra pára o trânsito. Sai do seu olho, cria a minha boca e mantém suspenso o tempo. O silêncio se intimida diante do ronco do amor. Este furacão de pequenas obviedades me tira do sério e coloca em você o meu mistério. Isso é sério, te quero, e ninguém viu, mas você percebeu.

“Quase ninguém percebeu/foi só você e eu”. Não tem razão de ser, mas você já é para mim. A pedra que pode parar o armagedon. Verde estrela do céu neon. Gente, o amor me modifica.

Eram os deuses matemáticos?

Janeiro 25, 2009 por nenenetz

A vida é um troço tão surreal, que às vezes encuca saber o que me faz humano. Então vem um sentimento agridoce à boca que diz coisas belas e sujas, gostosas e mesquinhas.

O cenário é quase tátil. Escuro, moroso, a cor da parede pulsa limitadamente na sobra da luz da TV. Dentro do peito uma corredeira de coisas inexplicáveis que vão continuamente, não há entendimento, só existe o que vai.

Andando pela beirada desse rio corto pra cena de quinta em que eu falei algo que a mim impressionou.

- O amor não é uma pessoa. Não adianta achar que uma pessoa vai resolver a sua falta de amor sendo que você não lhe praticou nos momentos que você vive, com as pessoas que você vive. Amar é estar presente.

Quem me falou essa última frase foi meu primo Diogo. E quem ouviu foi meu outro primo Lucas. E tudo isso caiu pela cachoeira do tempo que tritura e transforma tudo em cinema.

Os karmas, as bênçãos, os inexplicáveis presentes da vida. Ou as inexplicáveis ausências. O não estar como forma de expressão, causador do vazio sem culpa, a doçura de um gesto cruel feito com ingenuidade.

E toda essa contagem de pontos espirituais que ninguém sabe quem contabiliza, mas que de fato tem uma lógica inatingível. Eram os Deuses matemáticos?

Mas Deus não é uma pessoa, mas tão somente uma sinergia, uma sincronia de suspiros, uma seqüência de acontecimentos que adquirem significados afetivos e criam a nossa corredeira, que se cruza com outras correntezas.

O eterno ir. Deus é cinema. E o agridoce cria os caminhos dessa correnteza que não deve se explicar. Um dia, se todas essas cenas e sentimentos forem escritos talvez façam sentido, criem um cara que tentou ser um cara. Enquanto não se oficializa, eu só quero caminhar. Continuar a tentar, ser o que nunca poderá se dizer: “eu sou”. Se quiser me conhecer, esteja lá.

Sono

Janeiro 24, 2009 por nenenetz

Afetividades… Toda vez que pinta a vontade de escrever, geralmente estou abatido de um sono imenso ou no ônibus ou em qualquer lugar transitório.

Meu afeto é incorruptível. Assim como a vontade de dormir, insubornável. Amo vocês. Sono.

Descarrilhando trens

Janeiro 6, 2009 por nenenetz

Meu Deus, eu amo a tecnologia. É curioso como um estéril fone muda a experiência já incontabilizada de ouvir Stevie Wonder no sofá à meia luz.

Sem merchand, mas já fazendo, Sony Walkmen, fabuloso (principalmente o estéril fone, ah, o fone).

E lá vou eu continuando a descarrilhar trens, quebrar a corrente dos vagos vagões.

- Gabriel, por onde você andou?

- Beirando a trilha do trem.

- Mas e a ponte, como conseguiu escapar?

- Eu não escapei, o trem escapou de mim. Eu olhei ele até o fim, a locomotiva me encarava como se ali escaldassem a dor de alguém calado. Eu olhei o mais firme que a minha hombridade pôde agüentar, e ele foi se desprendendo lenta e duramente enquanto tentava seguir a jornada. Dissonantemente relinchava no trilho jagunço, que agüentou um progresso que ia e vinha mas nunca ficou.

- Então você desmantelou ele com a sua mente?

- Não. Eu doei a ele toda a injúria contornada e retorcida que dentro de mim tinha virado uma obra de arte, o gesto poético de um vôo, a corrente de ar que transforma e congela os aspectos na sua torrente. Um olhar de desgaste que mais valia do que um olhar imortal ou brutal. O trem carregado não entendia aquele enfrentamento de um desprendimento monumental, e foi tornando-se tudo que a gente se torna, raiz e história. Cada vagão era uma lembrança plantada, um momento, uma coleção confusa e inacabada de segundos marcantes, mas que não faziam sentido, até se tornarem folhagem de um mesmo tronco. E o trilho já não tinha mais uma emoção itinerante, e sim uma sólida mata que não queria mais ser abusada pelo progresso alheio; um local em que, para passar, seria necessário entender o caminho.

- E por que você dificultou um caminho tão importante?

- Para as pessoas entenderem que o tato é uma forma de inteligência. E farei isso até que o mundo inteiro seja uma grande floresta.

O sussurro do escuro do quarto

Dezembro 1, 2008 por nenenetz

“O tempo em minhas mãos é uma serpente alada, ela me leva e me mostra o fim do universo”. Meu deus, essa menina escreve um absurdo. Enfim, pequenas desilusões poéticas (e solitariamente sentimentais)… Enfim, coisa linda, procurem.

Fim de noite, começo de dezembro com cara de Alpha FM na madrugada chuvosa da Marginal Tietê. Marginalia imaginária, um rio festivo, envolto por um imenso Piqueri onde as pessoas desfilam compassividade (neologismo).

O escuro do meu quarto é um abismo, acho que o de todo mundo é. Capturar memórias é uma atividade deveras prazerosa, como se estivéssemos à margem do vetor que eles chamam tempo. Uma organização espacial de acontecimentos boiando diante da sua feitura, pulsando conforme o que se sente, vibração de de repente, sensação. Sem aspas, por favor, não vamos enclausurar as expressões.

Não tente industrializar os sentidos, não existem estímulos perfeitos. Nem as cores, nossa maior crença, são iguais. Todas as coisas geniais que vemos são pulsações, que cabe a você entender, comprimir, dilatar. O som, ondas que saem de um rabisco digital, e vão pincelando melodias, como desenhos, como abraços, como gritos, como alt-doors.

Comer vida, triturar o sabor destas ondas, se deleitar com o desprender de cada tempero, de cada elemento, de cada amor.

Eu aprendi a saborear a vida de um modo bastante peculiar. Antes comia mais que a medida, depois tentei comer o mais rápido que pudesse. Por fim, percebi o mais importante: estar ali, comendo. O mundo pára, todo o tempo é necessário para deglutir essa vida tão cheia de tons e significados. Signos. Cada um com sua carreira, e uma cesta de novidades.

Tudo isso quem me diz é esse escuro que não quer ver nada. Prefere o vazio do papel às letras, prefere o céu às cidades. E eu com a cabeça à torta e à direita, tentando conformar o mundo de emoções que gritam desesperadamente para entrar na minha porta.

Queria escrever melhor, mas escrever é fazer e não querer. Então faço o que tinha que fazer. E quero o que eu não tinha que querer. “Querer não tem critério!”. Ah, tem sim, teimosia. Mas pretendo morrer no dia que o meu querer for sério. Está escrito.

mínimo II

Novembro 18, 2008 por nenenetz

Uma nova pequena inserção! O absurdo me abraçou carinhosamente. E eu disse à ele o quanto estava feliz por tudo ser demais para mim. Eu volto, meus caros.

é preciso refundar o amor

Outubro 24, 2008 por nenenetz

Fiquei feliz que a popularidade do blog aumentou (ainda que de maneira parca) e, ao vasculhar os posts de maior popularidade, ganha de longe justamente aquele que eu fiz meu testamento. Portanto agradeço demais a todos aqueles que lêem, querem meu bem e meus bens.

Hoje, num lapso de objetividade, me fiz à vontade para falar de duas coisas que são tão importantes quanto incomodam: o ócio e a família. Qual a relação entre um e outro? Não sei, mas desconfio que a sedentarização seja a chave destes fenômenos que tanto criam quanto letargem.

Parte 1

Família é um conceito (quase uma virtude, no seu sentido mais eclesiástico) que vem me rondando e atordoando. Serei honesto e franco como ao abrir a porta da minha casa, pois minha família é o mais especializado laboratório da América Latina neste assunto. Mas por favor, vocês que conhecem os personagens, não levem para o pessoal, é só uma ilustração.

Bom, eu sou sagitariano e esse pacote inclui um senso de independência e aventura irrestrito, assim como abstrair-se e distrair-se inevitavelmente (lembrando que algumas vezes o fenômeno pode ocorrer sem algum senso de perigo). Por mostrar-se sempre sólido, naturalmente as pessoas começam a desfrutar desta impassividade tão divina, realmente acreditando que eu não guardo rancor ou somatizo qualquer tipo de problema ou destrato.

OK, com essa última frase dava pra começar a escrever o roteiro do “A Cor Púrpura”. E aí vem outro problema: realmente, sempre acreditei que não vale a pena demonstrar-se só ou com problema, mesmo porque odeio criança mimada. Então vivo, escrevo, e principalmente, penso, penso e penso e a resposta não vem.

A resposta não vem e as coisas vão perdendo o seu significado: a paisagem é inútil, o amor é ilusão, seus amigos parecem mais velhos. E por que viver numa instituição católica chamada família se ninguém mais vive seus papéis nessa estrutura?

Essa questão, embora não pareça tão vigente, permeia a nossa sociedade de uma maneira extrema: Alexandre Nardoni matou sua filha e jogou pela janela, o menino do ônibus 174, sem pais, seqüestrou um ônibus e deixou sua tia órfã de um filho, a menina Eloá estava com o pai na cadeia e foi morta pelo seu namorado, vitimada com 15 anos.

Aí tem aquela velhinha que tem uma família maravilhosa com filhos trabalhadores e adora ver sangue no Datena, que se pergunta: “Onde vai parar esse mundo, meu Deus?”. Então vá para Marte, minha cara. E repara que seu neto, embora não tenha seqüestrado ninguém, mantém sua mulher refém de um amor falido.

Embora ninguém na minha família tenha morrido, e meus pais se amem, numa conversa informal na cozinha, enquanto a mãe preparava a janta, joguei:

“Esse não é o modelo de família que eu queria”. A janta parou, minha mãe começou a chorar, meu pai começou a falar sem muita paciência para ouvir, palavras sábias, embora um pouco repetitivas. Eu não queria colocar a nossa sociedade em cima da mesa em discussão, mas realmente era preciso falar antes que entrássemos em um calabouço de amor falido.

Parte 2

Minha ansiedade é enorme em descobrir porque as coisas se desenrolam dessa maneira. E, embora saiba que não há resposta, acabo corroendo-me com as conclusões.

Voltei à São Carlos na sexta após uma incursão de tristeza que durou quase uma semana (e quase minha vida eu diria). Nem mais eu sabia porque estava triste e me sentia sobretudo incapaz, mas de repente a dor se fez em pausa para reflexão. E nada como transformar a torrente oral da cabeça em palavras escritas, um código muito mais organizado, para debater algo que parece que realmente ninguém quer ouvir, ou talvez eu acabe me envaidecendo ao falar.

Saí para andar e ver, fluir. Eu precisava dialogar um pouco com a paisagem que eu já conhecia, e que me conta tanta história.

Minha família sempre foi muito feliz, embora não tivesse dinheiro. Chavão clássico de novela, mas conseguimos as coisas cada um a base de seu esforço, banhados por uma cidade que sempre nos deu a simples oportunidade de viver. Simples, mas não é pouco: baixa violência, oportunidade de encontrar sempre os amigos, boa educação, acesso à arte. Tudo isso foi naturalmente incorporado por nosso modo de viver.

A estrutura era clássica: meu pai trabalhava fora, minha mãe com ponto fixo de comércio, minha irmã com o quarto e as coisas dela. Meu tio morou com a gente e se encaixava muito bem. Saudosismo? Não, nunca. Só quero exemplificar, sem entrar em detalhes sentimentais, de que tínhamos uma base sólida dentro do que se chama família. Tínhamos bons horários de convívio, precisávamos vencer pequenas distâncias para os locais de interesse, facilmente caminháveis. Acho que esse exemplo permeia quase toda família sancarlense, ou do interior.

O que andei reparando quando andei hoje de manhã era na dispersão das pessoas: a loja de sebo tocando rock velho, o dono do antiquário lendo um livro com seu irmão. Um cidadão sentado na mesa do bar, sei lá que horas, olhando sei lá pra que. Tudo em volta estava deserto, tudo certo. Tudo certo como 2 e 2 são 5.

Na universidade, onde fui levar uns papéis, a atmosfera era a mesma: morosidade, um senso sem direção. Gente rareificada.

Talvez seja por causa disso que fui estudar em São Paulo: para manter os olhos lúcidos, como já disse em posts anteriores. E porque o senso de direção me pedia um pouco de solidão para percorrer. E fui.

A primeira coisa que eu lembro é que, ao sair da república, tinha dúzias de viadutos, com muitos, muitos carros, tudo em transição. Gente se empaçocando, e da mesma maneira, tentando abstrair o empaçocamento com musica, um livro, com o pensamento.

Tentei manter o bucolismo desesperadamente, como uma maneira de manter meus próprios princípios (deveras testados nessa época). Mas não havia mais ócio, tudo me gritava uma resolução. Ainda que de maneira discreta e silenciosa.

Parte 3

Esse blog já existia quando resolvi tomar uma decisão: ir pra perto da minha família. Finalmente é por aqui que a gente chega na relação coexistente: o sedentarismo é uma forma de afeto. Já que o ócio da minha fundação já não me acompanhava, busquei o silêncio do subúrbio. Onde os filhos dormem em seus quartos, as casas povoadas por laços afetivos: um tênis na sala, aquele biscoito que você gosta.

Aquela atmosfera foi tão maravilhosa, embora mantivesse o desejo de me criar enquanto homem, e não precisar de uma carapaça pra proteger meus sentimentos à deriva. Ser uma coisa só: passado e futuro, adulto e criança, filho e pai. Ser, em qualquer lugar, e continuar confiante do que acredito. Aí chega o mote da história.

Minha mãe arranjou emprego em São Paulo e, a revelia dos sentimentos da família, foi morar lá. E assim, como eu, querendo manter sua inteireza da caráter, tentou fazer, fora do contexto, o seu papel de mãe.

Ela é uma mulher que não gosta de especulações, pra ela tudo é verdade. E estas verdades em que acredita não têm duplas interpretações. É maniqueísta sim, mas de uma maneira frágil, como um subterfúgio para a dúvida. E é difícil ser analítico essa hora pois eu falo de alguém que me criou, embora minha proposta se mantem de ser ilustrativo.

Acreditava portanto em refazer sua família aqui, e isso era intransitivo. Não havia lógica ou logística, tinha que ser assim, porque para ela isso é amor.

Então fui morar à 37 Km de distância da minha faculdade e 15 do meu trabalho (sendo que ambas não se eliminam), manter uma casa em outra cidade que realmente não tenho menor identificação e/ou interesse (Guarulhos), fundar um lar que não era nossa casa, nem uma república, nem outra coisa: uma moradia. Assim, alugada, sem dono, sem anfitrião. Meu pai, num esforço apaixonado, cruza 120Km diários de moto para estar com ela.

Durante pouco mais de um ano e meio convivi com essa situação, muitas vezes perdendo a cabeça. Tudo isso porque sempre acreditei no amor invariavelmente, e principalmente porque definitivamente existem situações muito piores. Mas, voltando à parte 1, penso, penso e penso, e a resposta não vem.

Minha cabeça aos poucos, foi ficando sentimentalmente caduca, e muito falante. Ao voltar para o meu ócio, resolvi resolver. Completar o ciclo.

Ônibus 174, Eloá, Nardoni, minha famíia, e outras famílias que se consideram saudáveis: amor não é apego. Em todas essas tragédias acima citadas ou nos casos normais, em algum momento, o amor que tem de ser conservado dentro de si virou egoísmo: ou obsessão, ou ódio, ou negligência (para estas pessoas que acham que o inferno são os outros). Aprendi a duras penas que família não é aquela estrutura fixa e invariável (embora minha mãe, ainda que do jeito dela, acredite) e o quanto é importante dar a liberdade.

Estou aos poucos reunindo os cacos e símbolos de coisas que realmente representam o amor pra mim: as luzes da minha cidade, as crianças andando de bicicleta na praça Brasil, aquela morena linda que te olha enquanto se diverte. Talvez o único jeito de conquistar essa liberdade e me afirmar enquanto pessoa seja, ironicamente, voltando pra casa. Me banhando de ócio, que às vezes é vazio, mas pode também ser serenidade. Redescobrir o amor é necessário em tempos de tanta ignorância (haja visto o trânsito paulistano). Todos somos capazes!

Post longo pra caramba, quem tiver lido até aqui é porque se interessou pelo assunto. Então, queria saber via comentário ou e-mail, ou pessoalmente, qual é a sua família.

Ah, eu quero também desenvolver melhor essa idéia de vazio e ócio que permeia inclusive a polêmica Bienal que abre no domingo. Obrigado, amo vocês.

mínimo

Outubro 2, 2008 por nenenetz

Estou vivendo. Um dia não mais poderei escrever o mesmo. Ouça “Landslide” do Fleetwood Mac.