Post escrito depois do carnaval e esquecido, enfim, para constar! Mas não é nada novo…
Me rama, me arma, me ama! Quero te festejar, mas antes me exorcisa, pois nem toda festa é pagã. Morde minha maçã, invade minha casa. Me passa, me corre, voa com a minha asa.
Te vejo na luz amarela da lua singela tão cheia que parece dezembro. Seu olho me sobrevoa, me traz um gosto que eu lembro. É gostar, mas porque, é um mistério que se desenrola na dança da hora, de vestido branco, e a lua cremosa é o seu manto de me enfeitiçar.
Te ramo, te armo, acho que te amo. E não tenho hora pra morrer, por isso sonho.